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Tratamento da Hérnia Discal e Dor Ciática

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Ajudamos pessoas com dor lombar persistente, formigueiro ou limitação ao andar a recuperar função e confiança no movimento através de avaliação clínica especializada e tratamento individualizado.

Podemos ajudar se:

 • Tem dor lombar que desce para a perna
Sente formigueiro, choque elétrico ou dormência
• Foi diagnosticado com hérnia discal
• Tem dificuldade em estar sentado ou caminhar
• Já fez tratamentos sem melhoria duradoura
• Quer evitar cirurgia se possível

Muitas hérnias discais não necessitam de cirurgia. Uma avaliação adequada permite perceber qual a melhor abordagem para o seu caso.

O que acontece na hérnia discal?

Entre cada vértebra existe um disco que funciona como amortecedor.
Quando este disco sofre uma sobrecarga ou degeneração pode pressionar estruturas nervosas, originando dor lombar e, frequentemente, dor que irradia pela perna (ciática).

A intensidade dos sintomas nem sempre está relacionada com o tamanho da hérnia. Em muitos casos é possível melhorar significativamente com tratamento conservador.

Porque nem sempre melhora sozinho

Após a fase aguda, muitas pessoas permanecem com limitação funcional porque:
evitam movimento por receio de agravar
• adotam compensações posturais
• não recuperam mobilidade e controlo muscular adequados

O objetivo do tratamento é devolver movimento progressivamente e restaurar confiança no corpo.

Como é realizado o tratamento

Cada caso é diferente. O plano é definido após avaliação clínica detalhada.

Inclui:
terapia manual específica
exercício terapêutico orientado
• educação para o movimento
tecnologias de apoio quando indicadas
• progressão funcional gradual
 
O objetivo não é apenas aliviar a dor, mas permitir retomar atividades do dia a dia com segurança.

Quando deve marcar avaliação?

• Dor há mais de 2 semanas
• Dor a descer pela perna
Dificuldade em andar ou dormir
• Episódios repetidos de lombalgia
• Diagnóstico recente em exame

Uma intervenção precoce reduz frequentemente a duração dos sintomas e o risco de agravamento.

A cirurgia é sempre necessária?

Na maioria dos casos não.
Muitos pacientes melhoram com tratamento conservador orientado.
A avaliação permite perceber quando o acompanhamento clínico é adequado e quando deve existir referenciação médica.

Comece pela avaliação

Na primeira consulta analisamos o seu caso em detalhe, esclarecemos dúvidas e explicamos qual a abordagem mais indicada.

Mesmo que ainda não tenha a certeza do diagnóstico, podemos orientar.

Quanto mais cedo iniciar acompanhamento adequado, maior tende a ser a probabilidade de recuperação funcional e menor a probabilidade de recorrências.